Cada norma regula uma camada diferente do centro cirúrgico. Filtre por área para ver o que se aplica a cada parte da rotina.
Segurança do pacienteRDC ANVISA nº 36/2013
Ações para a segurança do paciente em serviços de saúde
Exige a criação de um Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) e a implantação de protocolos de gestão de risco, incluindo o de cirurgia segura.
No centro cirúrgico: obriga a existência formal do checklist e a notificação de eventos adversos cirúrgicos ao NSP.
Segurança do pacientePortaria GM/MS nº 529/2013
Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP)
Institui o programa nacional que organiza as ações de segurança do paciente no SUS e nos serviços privados de saúde.
No centro cirúrgico: é o fundamento político que sustenta a exigência do checklist como protocolo básico.
Segurança do pacientePortaria GM/MS nº 1.377/2013
Protocolo de Cirurgia Segura
Aprova formalmente o Protocolo de Cirurgia Segura, adaptando a Lista de Verificação da OMS à realidade dos serviços brasileiros. Conteúdo posteriormente reorganizado pela Portaria de Consolidação GM/MS nº 5/2017.
No centro cirúrgico: é a norma de onde vêm diretamente as três fases (Sign In, Time Out, Sign Out) usadas nesta plataforma.
Estrutura físicaRDC ANVISA nº 50/2002
Planejamento físico de estabelecimentos de saúde
Define os ambientes obrigatórios, dimensões mínimas e fluxos do centro cirúrgico: sala de cirurgia, área de escovação, recuperação pós-anestésica, expurgo e vestiários.
No centro cirúrgico: é a referência usada por engenharia e vigilância sanitária para aprovar projetos e reformas da sala.
Processos e materiaisRDC ANVISA nº 15/2012
Processamento de produtos para saúde
Regula a limpeza, desinfecção e esterilização de instrumentais cirúrgicos, incluindo o funcionamento do Centro de Material e Esterilização (CME).
No centro cirúrgico: sustenta o item do checklist sobre esterilização confirmada e a rastreabilidade dos instrumentais usados na cirurgia.
Processos e materiaisRDC ANVISA nº 63/2011
Boas práticas de funcionamento para serviços de saúde
Estabelece requisitos gerais de gestão da qualidade, incluindo educação permanente da equipe e gerenciamento de riscos assistenciais.
No centro cirúrgico: fundamenta a exigência de rotinas escritas, treinamento da equipe e auditoria do próprio uso do checklist.
Segurança do trabalhadorNR-32 (Ministério do Trabalho)
Segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde
Norma regulamentadora que trata de riscos biológicos, químicos e ergonômicos, uso de equipamentos de proteção individual e descarte de perfurocortantes.
No centro cirúrgico: protege a equipe durante a manipulação de sangue, fluidos e instrumentais perfurocortantes na sala.
Exercício profissionalLei nº 7.498/1986 e Decreto nº 94.406/1987
Exercício profissional da enfermagem
Define as atividades privativas do enfermeiro, entre elas a coordenação da assistência de enfermagem, o que embasa o papel do enfermeiro circulante na sala.
No centro cirúrgico: respalda legalmente a atuação do enfermeiro(a) circulante e do(a) instrumentador(a) como parte da equipe de enfermagem.
Exercício profissionalCódigo de Ética Médica (CFM) e Resolução CFM nº 2.174/2017
Responsabilidade médica e normas mínimas de anestesia
O Código de Ética Médica trata da responsabilidade do cirurgião pelo ato operatório; a Resolução CFM nº 2.174/2017 fixa requisitos mínimos de segurança para a prática da anestesia.
No centro cirúrgico: fundamenta a checagem de equipamentos de anestesia e a presença do anestesiologista nas fases Sign In e Time Out.
ResíduosRDC ANVISA nº 222/2018
Gerenciamento de resíduos de serviços de saúde
Estabelece regras para segregação, acondicionamento e descarte de resíduos gerados durante procedimentos cirúrgicos, incluindo material perfurocortante e biológico.
No centro cirúrgico: orienta o descarte seguro de compressas, agulhas e amostras após o Sign Out.